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	<title>Contos &amp; Reflexões &#8211; Alot</title>
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	<title>Contos &amp; Reflexões &#8211; Alot</title>
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		<title>Quantas versões de nós mesmos podemos ser?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 21:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes eu me pergunto quantas versões de nós mesmos carregamos. A pessoa que fomos aos quinze anos, cheia de sonhos e confusão.A pessoa que nos tornamos quando a vida pediu que fôssemos mais fortes.A pessoa que somos no trabalho, tentando parecer confiante e capaz.A pessoa que somos com a família, mais doce, mais intensa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Às vezes eu me pergunto quantas versões de nós mesmos carregamos.</p><p class="wp-block-paragraph">A pessoa que fomos aos quinze anos, cheia de sonhos e confusão.<br>A pessoa que nos tornamos quando a vida pediu que fôssemos mais fortes.<br>A pessoa que somos no trabalho, tentando parecer confiante e capaz.<br>A pessoa que somos com a família, mais doce, mais intensa ou mais quieta.<br>A pessoa que somos em outra língua.<br>A pessoa que somos em outro país.<br>A pessoa que somos quando ninguém está olhando.</p><p class="wp-block-paragraph">Será que todas elas somos nós?</p><p class="wp-block-paragraph">Acho que sim.</p><p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, eu pensei que se tornar quem você é significava encontrar uma versão final e definitiva de si mesmo. Como se um dia tudo fosse fazer sentido e eu saberia exatamente quem eu era, o que queria, onde pertencia e como deveria existir no mundo.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas quanto mais eu vivo, mais eu percebo que não somos uma coisa fixa.</p><p class="wp-block-paragraph">A gente muda com os lugares onde mora.<br>Com as pessoas que ama.<br>Com o trabalho que faz.<br>Com as perdas que atravessa.<br>Com as línguas que fala.<br>Com os sonhos que deixa para trás e os novos que aprende a aceitar aos poucos.</p><p class="wp-block-paragraph">Algumas versões nossas desaparecem sem uma despedida adequada. Outras ficam em silêncio, em algum canto, aparecendo de vez em quando em coisas pequenas. Em uma música. Em um cheiro. Em uma foto antiga. Na forma como reagimos a algo antes mesmo de entender o porquê.</p><p class="wp-block-paragraph">Penso na versão de mim que começou a escrever online sem saber onde aquilo ia dar. Na versão que queria ir embora. Na versão que chegou em um lugar novo e, de repente, sentiu falta de tudo aquilo que achava que queria deixar para trás. Na versão que foi corajosa porque não tinha outra opção. Na versão que ainda está aprendendo que ser sensível não significa ser fraca.</p><p class="wp-block-paragraph">Às vezes sinto falta de quem eu era.</p><p class="wp-block-paragraph">Às vezes sou grata por não ser mais ela.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez essa seja uma das coisas mais estranhas de crescer. A gente se perde um pouco e depois se encontra de novo, mas nunca exatamente da mesma forma.</p><p class="wp-block-paragraph">E talvez tudo bem.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez a gente possa ser muitas coisas em uma vida só.</p><p class="wp-block-paragraph">Filha. Amiga. Escritora. Profissional. Iniciante. Estrangeira. Sonhadora. Uma pessoa cansada tentando de novo. Uma mulher se tornando mais honesta consigo mesma.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez o objetivo não seja escolher uma versão e ficar nela para sempre.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez o objetivo seja conseguir se reconhecer em todas as mudanças.</p><p class="wp-block-paragraph">Olhar para trás e dizer: sim, aquela também era eu.</p><p class="wp-block-paragraph">E olhar para frente sem precisar saber exatamente quem vamos nos tornar depois.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sinto falta de escrever antes de saber o que era conteúdo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 11:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Sinto falta de escrever antes de saber o que era conteúdo. Antes de todo pensamento poder virar uma legenda. Antes de todo sentimento precisar de um gancho. Antes de toda frase ter que ser útil, pesquisável, compartilhável ou alinhada com alguma estratégia. Sinto falta de escrever porque alguma coisa dentro de mim fazia barulho demais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sinto falta de escrever antes de saber o que era conteúdo.</p><p class="wp-block-paragraph">Antes de todo pensamento poder virar uma legenda. Antes de todo sentimento precisar de um gancho. Antes de toda frase ter que ser útil, pesquisável, compartilhável ou alinhada com alguma estratégia.</p><p class="wp-block-paragraph">Sinto falta de escrever porque alguma coisa dentro de mim fazia barulho demais para ficar em silêncio.</p><p class="wp-block-paragraph">Não porque tinha um objetivo. Não porque precisava performar. Não porque tinha que ensinar, vender, converter ou explicar alguma coisa.</p><p class="wp-block-paragraph">Só porque eu precisava de algum lugar para colocar o que eu estava sentindo.</p><p class="wp-block-paragraph">Quando comecei a escrever online, eu não pensava tanto em público. Não pensava em engajamento, palavras-chave, estrutura ou se o título era forte o suficiente. Eu só escrevia.</p><p class="wp-block-paragraph">Às vezes mal. Às vezes de forma dramática. Às vezes com sentimentos demais e pontuação de menos.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas era meu.</p><p class="wp-block-paragraph">Tinha algo bonito em escrever antes de aprender que tudo podia virar conteúdo. Antes de entender plataformas, algoritmos, posicionamento, marca pessoal e todas as regras invisíveis de ser vista online.</p><p class="wp-block-paragraph">Naquela época, escrever parecia menos produção e mais descoberta.</p><p class="wp-block-paragraph">Eu nem sempre sabia o que queria dizer quando começava. Ia encontrando aos poucos, frase por frase.</p><p class="wp-block-paragraph">Em algum momento, a internet mudou.</p><p class="wp-block-paragraph">Ou talvez eu tenha mudado com ela.</p><p class="wp-block-paragraph">A escrita virou conteúdo. As fotos viraram assets. Os pensamentos viraram ideias. As experiências viraram histórias. As histórias viraram posts. Os posts viraram estratégia.</p><p class="wp-block-paragraph">E eu amo estratégia. Amo mesmo.</p><p class="wp-block-paragraph">Eu amo entender por que uma mensagem funciona, como as pessoas se conectam com ela, como uma campanha se constrói, como as palavras conseguem criar sentido e movimento.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas às vezes sinto falta da escrita que não precisava se justificar.</p><p class="wp-block-paragraph">Da escrita que não precisava virar nada.</p><p class="wp-block-paragraph">Existe uma pressão estranha hoje em transformar cada parte da vida em algo visível.</p><p class="wp-block-paragraph">Se você lê um livro, pode postar sobre ele. Se sai para caminhar, pode filmar. Se tem um pensamento, pode transformar em carrossel. Se aprende alguma coisa, pode transformar em lição.</p><p class="wp-block-paragraph">E às vezes isso é bonito. Compartilhar pode criar conexão. Pode fazer alguém se sentir menos sozinho. Pode transformar momentos comuns em algo significativo.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas nem tudo precisa ser compartilhado para ter valor.</p><p class="wp-block-paragraph">Algumas coisas podem continuar privadas. Alguns pensamentos podem ficar inacabados. Alguns sentimentos podem simplesmente existir sem virar post.</p><p class="wp-block-paragraph">Acho que ainda estou aprendendo isso.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez seja disso que eu sinta mais falta: escrever sem perguntar para que aquilo serve.</p><p class="wp-block-paragraph">Sem pensar se combina com meu site, meu trabalho, minha voz, minha categoria, meu público, meu eu do futuro, meu eu profissional, meu eu criativo.</p><p class="wp-block-paragraph">Só escrever porque o dia pareceu estranho. Porque lembrei de alguma coisa. Porque fiquei triste sem saber exatamente por quê. Porque a luz entrou pela janela de um jeito que me deu vontade de descrever. Porque algo pequeno aconteceu e eu não quis esquecer.</p><p class="wp-block-paragraph">Existe uma liberdade em criar sem transformar tudo, imediatamente, em prova de alguma coisa.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez a resposta não seja rejeitar o conteúdo.</p><p class="wp-block-paragraph">Conteúdo faz parte do meu trabalho. Faz parte de como eu penso, crio e me comunico. Eu sei o valor de tornar ideias mais claras e úteis. Eu sei que existe cuidado em moldar uma mensagem para que ela chegue melhor em alguém.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas eu também quero guardar um lugar onde a escrita possa ser bagunçada.</p><p class="wp-block-paragraph">Um lugar onde ela não precise ensinar. Um lugar onde ela não precise vender. Um lugar onde ela não precise ser estratégica. Um lugar onde eu possa simplesmente ser uma pessoa tentando entender a si mesma.</p><p class="wp-block-paragraph">Talvez os dois possam existir.</p><p class="wp-block-paragraph">A escrita profissional e a escrita pessoal. O conteúdo planejado e as notas estranhas. A estratégia e o sentimento. O trabalho e o esconderijo.</p><p class="wp-block-paragraph">Sinto falta de escrever antes de saber o que era conteúdo.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas talvez o que eu sinta falta não seja exatamente do passado. Talvez eu sinta falta da permissão que eu me dava.</p><p class="wp-block-paragraph">Permissão para escrever sem saber onde aquilo ia chegar. Permissão para ser dramática, honesta, confusa ou silenciosa. Permissão para criar algo que não precisava se tornar útil.</p><p class="wp-block-paragraph">Então talvez isso seja uma tentativa de voltar para esse lugar.</p><p class="wp-block-paragraph">Não completamente.</p><p class="wp-block-paragraph">Só um pouco.</p><p class="wp-block-paragraph">Um pequeno lembrete de que, antes de a escrita virar conteúdo, ela era uma forma de continuar perto de mim mesma.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sendo Real nas Redes: A Força da Autenticidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 14:54:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação & Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[A gente vive num mundo onde as redes sociais são como uma vitrine da nossa vida. Com um simples toque, mostramos quem somos, o que fazemos e no que acreditamos. Mas, com tanto brilho e expectativa, surge uma pergunta importante:&#160;para nós criadores,&#160;como ser autêntico em um lugar que, muitas vezes, parece exigir que seguimos apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A gente vive num mundo onde as redes sociais são como uma vitrine da nossa vida. Com um simples toque, mostramos quem somos, o que fazemos e no que acreditamos. Mas, com tanto brilho e expectativa, surge uma pergunta importante:&nbsp;para nós criadores,&nbsp;<strong>como ser autêntico em um lugar que, muitas vezes, parece exigir que seguimos apenas uma fórmula para alcançar relevância?</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Ser autêntico nas redes sociais é um ato de coragem. É fácil cair na tentação de agradar, seguir as últimas trends e mostrar só os momentos felizes e bem editados. Mas a conexão verdadeira não nasce da perfeição, e sim da nossa humanidade. É aí que a autenticidade brilha de verdade.</p><p class="wp-block-paragraph">Ser autêntico não é sobre expor todas as nossas vulnerabilidades ou compartilhar cada detalhe da nossa vida. É ser fiel a quem a gente realmente é, compartilhar o que importa de verdade, sem se preocupar tanto com curtidas ou comentários. É falar o que você pensa e sente, de um jeito que só você pode. Postar o que faz sentido pra você, e não o que acha que vai agradar.</p><p class="wp-block-paragraph">A conexão é consequência.</p><p class="wp-block-paragraph">No fim, ser autêntico nas redes é se libertar das expectativas e viver de um jeito mais leve. Conectar-se com as pessoas de verdade, mostrando quem você é, sem filtros—ou com os filtros que fazem sentido pra você. Quando a gente se permite ser real, a magia acontece: a gente atrai quem se identifica com a nossa verdade, criando conexões que vão além da tela. E isso vale ouro. </p><h3 class="wp-block-heading">Se quiser mais inspiração e dicas visite minha newsletter: quando a inspiração bate</h3><p class="wp-block-paragraph">Minha newsletter é um projeto bilíngue, tenho a&nbsp;<a href="https://alotelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quando a Inspiração bate…</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://amandatelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">When the inspiration hits…</a>&nbsp;onde compartilho com vocês as minhas empreitadas criativas e tudo o que aprendo ao longo desse caminho. Abordo diversos tópicos, desde escrita, literatura e redes sociais, até inteligência artificial, criatividade, autopublicação, cultura e muito mais. A ideia é que possamos ser criativos juntos e criar uma comunidade de troca de ideias e inspirações.</p><style>
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		<title>Memória e inspiração: de vez em quando é bom lembrar&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2024 00:17:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu estava &#8220;stalkeando&#8221; a mim mesma (vocês também fazem isso?) e me deparei com meu antigo Flickr. Entre tantas lembranças, uma foto chamou minha atenção. Foi postada no Flickr em 10 de maio de 2013, mais de dez anos atrás. Parece loucura pensar nisso, né? Ao olhar para essa foto, me peguei pensando na Amanda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Eu estava &#8220;stalkeando&#8221; a mim mesma (vocês também fazem isso?) e me deparei com meu antigo Flickr. Entre tantas lembranças, uma foto chamou minha atenção. Foi postada no Flickr em 10 de maio de 2013, mais de dez anos atrás. Parece loucura pensar nisso, né?</p><p class="wp-block-paragraph">Ao olhar para essa foto, me peguei pensando na Amanda do passado, que nem fazia ideia do que estava por vir. Mas o que torna essa foto tão especial é o contexto em que foi tirada: durante uma aula de fotografia, uma das minhas matérias favoritas no primeiro ano da faculdade. </p><figure class="wp-block-embed is-type-photo is-provider-flickr wp-block-embed-flickr"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<a href="https://flic.kr/p/ei7c2J"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/7385/8726226192_2451e0d31c.jpg" alt="FOME de Conhecimento." width="500" height="423" /></a>
</div></figure><p class="wp-block-paragraph">Apesar de não me lembrar do tema exato da foto, consigo visualizar nitidamente o esforço que coloquei na sua produção. Montei o cenário com cuidado, utilizando jornais como fundo, colocando livros ao lado e escolhendo um dos meus favoritos, que mais tarde se tornaria uma frase tatuada em minha pele. Tudo isso aconteceu na casa da minha avó, onde estávamos morando temporariamente enquanto nossa casa passava por reformas.</p><p class="wp-block-paragraph">É como se fosse outra vida. Naquela época, meu mundo era habitado por diferentes pessoas e sonhos. No entanto, ao mesmo tempo, consigo me identificar muito com aquela Amanda do passado. Embora tenhamos evoluído, há aspectos que permanecem os mesmos. Algumas paixões se intensificaram, como a camiseta que se transformou em uma tatuagem, ou o livro cuja história se perdeu em minha memória, mas cujos detalhes marcantes persistem, como acontece com os livros que deixam uma marca indelével em nossa vida.</p><p class="wp-block-paragraph">Sinto falta daquela determinação e entusiasmo. Naquela época, parecia mais fácil perseguir meus objetivos, ser mais otimista e aproveitar cada momento. Dez anos se passaram, e parece que foi ontem. </p><p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, tantas coisas aconteceram desde então. A vida é cheia dessas lembranças que nos fazem reviver momentos passados, evocando o aroma reconfortante do café fresco feito pela vó que não volta mais.</p><p class="wp-block-paragraph">Lembrar de quem fui me ajuda a compreender quem sou hoje. Às vezes, olhar para trás nos lembra do que realmente importa na jornada da vida e nos ajuda a manter o foco em quem queremos nos tornar. Um brinde a boas memórias.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas me conta, você tem alguma memória dessas? E o que te faz se inspirar e lembrar do porque você faz o que faz? Comenta aí (:</p><h3 class="wp-block-heading">Se quiser mais inspiração e dicas visite minha newsletter: quando a inspiração bate</h3><p class="wp-block-paragraph">Minha newsletter é um projeto bilíngue, tenho a&nbsp;<a href="https://alotelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quando a Inspiração bate…</a>&nbsp;e a&nbsp;<a href="https://amandatelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">When the inspiration hits…</a>&nbsp;onde compartilho com vocês as minhas empreitadas criativas e tudo o que aprendo ao longo desse caminho. Abordo diversos tópicos, desde escrita, literatura e redes sociais, até inteligência artificial, criatividade, autopublicação, cultura e muito mais. A ideia é que possamos ser criativos juntos e criar uma comunidade de troca de ideias e inspirações.</p><style>
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		<title>Então, eu escrevi um livro&#8230; Onde a gente aprende a amar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jun 2023 12:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrever um livro sempre me pareceu um sonho distante, mas com o tempo aprendi que algumas coisas são mais possíveis do que imaginamos, só é preciso ter coragem. Então respirei, tomei coragem e organizei algumas histórias que já havia escrito há algum tempo, escrevi outras novas e comecei a trabalhar. Compilei, lapitei, fiz o design [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Escrever um livro sempre me pareceu um sonho distante, mas com o tempo aprendi que algumas coisas são mais possíveis do que imaginamos, só é preciso ter coragem. Então respirei, tomei coragem e organizei algumas histórias que já havia escrito há algum tempo, escrevi outras novas e comecei a trabalhar. Compilei, lapitei, fiz o design e complementei com fotos que tirei ao longo da vida.&nbsp;E com a ajuda de muitas pessoas e alguns bons sites&#8230; <strong>Aqui está, disponível para o mundo&#8230;</strong></p><p class="wp-block-paragraph">Fiz um vídeo pra explicar mais sobre todo esse processo e compartilhar um pouco do que aprendi com tudo isso! </p><figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Escrevi e auto publiquei meu livro&#x1f4da; | Coragem, Processos, KDP, UICLAP | Onde a gente aprende a amar?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OqMvKWfFoZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure><h3 class="wp-block-heading">Meu livro</h3><p class="wp-block-paragraph">No meu livro, &#8220;Onde a gente aprende a amar?&#8221;, você vai encontrar uma coleção de 11 contos poéticos e fictícios sobre amor próprio, amor pelos outros, amor pela vida e toda a turbulência que isso pode causar. De te fazer transbordar, ou te esvaziar.&nbsp; Ele está disponível em <a href="https://amandatelo.com/livro/" data-type="URL" data-id="https://amandatelo.com/livro/">português</a> e <a href="https://amandatelo.com/en/book/" data-type="URL" data-id="https://amandatelo.com/en/book/">inglês</a>, e pode ser adquirido em diversos sites, como <a href="https://loja.uiclap.com/titulo/ua31718/" data-type="URL" data-id="https://loja.uiclap.com/titulo/ua31718/">UICLAP</a>, <a rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/3MRGDGK" data-type="URL" data-id="https://amzn.to/3MRGDGK" target="_blank">Amazon BR</a>, E-book na <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com.br/dp/B0C4Z28JPX" data-type="URL" data-id="https://www.amazon.com.br/dp/B0C4Z28JPX" target="_blank">Amazon BR</a>, todas as versões na <a href="https://amzn.to/3oDYskR" data-type="URL" data-id="https://amzn.to/45IJs5J" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon UK</a>.</p><p class="wp-block-paragraph"><em>Quando você ler, por favor, se puder deixe uma review na Amazon, eu vou ficar muito grata! (:</em></p><figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="970" height="600" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg" alt="" class="wp-image-25420" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/05/9.jpg 970w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/05/9-300x186.jpg 300w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/05/9-768x475.jpg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/05/9-600x371.jpg 600w" sizes="(max-width: 970px) 100vw, 970px" /></figure><h2 class="wp-block-heading">Todos os links citados no vídeo!</h2><ul class="wp-block-list"><li><a href="https://amandatelo.com/livro/" data-type="URL" data-id="https://amandatelo.com/livro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meu livro em português</a></li>

<li><a href="https://amandatelo.com/en/book/" data-type="URL" data-id="https://amandatelo.com/en/book/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Meu livro em inglês</a></li>

<li>Meu livro na <a rel="noreferrer noopener" href="https://loja.uiclap.com/titulo/ua31718/" data-type="URL" data-id="https://loja.uiclap.com/titulo/ua31718/" target="_blank">UICLAP</a></li>

<li>Meu livro na <a rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/3oOnais" data-type="URL" data-id="https://amzn.to/3oOnais" target="_blank">Amazon</a> UK</li>

<li>Tiktok do livro &#8211; <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.tiktok.com/@wanderwithmybook" data-type="URL" data-id="https://www.tiktok.com/@wanderwithmybook" target="_blank">@wanderwithmybook</a></li>

<li>Meu Tiktok pessoal &#8211; @<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.tiktok.com/@alo.telo" data-type="URL" data-id="https://www.tiktok.com/@alo.telo" target="_blank">alo.telo</a></li>

<li>Meu Instagram pessoal &#8211; @<a href="https://www.instagram.com/alo.telo/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/alo.telo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alo.telo</a> </li>

<li>Instagram em Inglês onde quero compartilhar minha jornada criativa &#8211; <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/alot.creative/" target="_blank">@alot.creative</a></li>

<li>Minha <a href="https://alotelo.substack.com/" data-type="URL" data-id="https://alotelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Newsletter em Português</a> </li>

<li>Minha <a href="https://amandatelo.substack.com/" data-type="URL" data-id="https://amandatelo.substack.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Newsletter em Inglês </a></li>

<li>Instagram da <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/biademochila_/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/biademochila_/" target="_blank">Bia</a> | Ela pode te ajudar com diagramação!</li>

<li>Livro <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/hadamaller/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/hadamaller/" target="_blank">A Ilha dos Sentimentos Perdidos</a> &#8211; Hada Maller</li>

<li>Clube de escrita &#8211; <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/somosvalentinas/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/somosvalentinas/" target="_blank">@somosvalentinas</a></li>

<li>Livro <a href="https://www.instagram.com/eckohler05/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/eckohler05/">O Homem, o Lagarto e a Princesa</a> &#8211; Érika Kohler </li>

<li>Livro <a href="https://www.instagram.com/anacristina_137/" data-type="URL" data-id="https://www.instagram.com/anacristina_137/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Navalha, veneno e mistério</a> &#8211; Ana Cristina Pacheco Marques</li>

<li>Livro <a rel="noreferrer noopener" href="https://amzn.to/3JiSop1" data-type="URL" data-id="https://amzn.to/3JiSop1" target="_blank">O caminho do artista &#8211; Julia Cameron</a></li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://drive.google.com/drive/my-drive" data-type="URL" data-id="https://drive.google.com/drive/my-drive" target="_blank">Google Drive</a> &#8211; Para escrever e salvar arquivos de texto</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.adobe.com/" data-type="URL" data-id="https://www.adobe.com/" target="_blank">Adobe Indesign</a> &#8211; Para diagramar seu livro</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.canva.com" data-type="URL" data-id="https://www.canva.com" target="_blank">Canva</a> &#8211; Para diagramar e fazer a capa</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://br.fiverr.com" data-type="URL" data-id="https://br.fiverr.com" target="_blank">Fiverr</a> &#8211; Onde encontrar profissionais para te ajudar</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.upwork.com" data-type="URL" data-id="https://www.upwork.com" target="_blank">Upwork</a> &#8211; Onde encontrar profissionais para te ajudar</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://kdp.amazon.com/cover-calculator" data-type="URL" data-id="https://kdp.amazon.com/cover-calculator" target="_blank">KDP Dimensões para a capa</a> &#8211; Para não errar na hora de fazer a capa do seu livro</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com/Kindle-Create/b?ie=UTF8&amp;node=18292298011" data-type="URL" data-id="https://www.amazon.com/Kindle-Create/b?ie=UTF8&amp;node=18292298011" target="_blank">Kindle Create</a> &#8211; Para diagramar os arquivos de Kindle / E-book</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.cblservicos.org.br" data-type="URL" data-id="https://www.cblservicos.org.br" target="_blank">CBL</a> &#8211; Câmara Brasileira do Livro (Registro autoral, ISBN, Código de barras, Ficha catalográfica)</li>

<li>Amazon <a rel="noreferrer noopener" href="https://kdp.amazon.com/pt_BR/help/topic/G200620010" data-type="URL" data-id="https://kdp.amazon.com/pt_BR/help/topic/G200620010" target="_blank">KDP</a> &#8211; Para publicar seu livro na Inglaterra e em outros países (e no Brasil a versão E-book)</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://loja.uiclap.com" data-type="URL" data-id="https://loja.uiclap.com" target="_blank">UICLAP</a> &#8211; Para publicar seu livro no Brasil</li>

<li><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.acx.com/dashboard" data-type="URL" data-id="https://www.acx.com/dashboard" target="_blank">ACX Amazon</a> &#8211; Para encontrar narradores e vender seu livro no Audible da Amazon</li></ul><p class="wp-block-paragraph">Espero que este post tenha sido útil para você e que ajude em sua jornada de escrita e auto-publicação de um livro. Se você tiver alguma dúvida ou sugestão, não hesite em entrar em contato comigo. Boa sorte! E não esqueça de comentar, quero muito saber sua opinião sobre tudo isso!</p><p class="wp-block-paragraph">Com muito carinho, </p><p class="wp-block-paragraph"><em>Amanda. </em></p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Um bom dia pra lembrar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 16:09:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[diário]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje decidi pegar minhas coisas e ir trabalhar no rooftop do prédio. Depois de um final de semana que tudo pareceu vazio e nada me motivou, um dia no sol é o que eu precisava e não sabia. E aqui do roof meu deu vontade de escrever, sobre nada específico, apenas sobre como pequenas coisas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Hoje decidi pegar minhas coisas e ir trabalhar no rooftop do prédio. Depois de um final de semana que tudo pareceu vazio e nada me motivou, um dia no sol é o que eu precisava e não sabia.</p><p class="wp-block-paragraph">E aqui do roof meu deu vontade de escrever, sobre nada específico, apenas sobre como pequenas coisas nos salvam todos os dias. No meio do vazio do final de semana eu comecei a procurar nas memórias como eu lidava antes com tudo isso, e o blog me veio a cabeça.</p><figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/amanda-telo-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-25277" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/amanda-telo-768x1024.jpg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/amanda-telo-225x300.jpg 225w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/amanda-telo-1152x1536.jpg 1152w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/amanda-telo.jpg 1440w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure><p class="wp-block-paragraph">Sempre foi aqui, em diferentes plataformas, formatos, momentos, mas eu sempre gostei desse negócio de blogar. Talvez seja a nostalgia da Amanda de 15 anos que passava horas e horas mexendo no HTML do blogspot, que todo mês inventava um novo tópico pra falar sobre e que se maravilhava com cada novo conteúdo e possibilidade que esbarrava. Talvez seja nostalgia das amizades e pessoas incríveis que eu me sentia conectada de verdade, porque a gente sempre comentava no blog umas das outras. Talvez seja nostalgia do algo novo, algo meu, algo que eu nunca tinha encontrado em nenhum lugar antes, a liberdade.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas o tempo muda, eu mudei, e todo mundo foi mudando também. Talvez seja a nostalgia de uma outra vida, contexto, internet. Talvez só seja bom.</p><p class="wp-block-paragraph">Não sei. Só sei que ainda me aquece o coração voltar pra cá, assim como sol do dia de hoje aquece minha pele. As pequenas coisas, que talvez sejam grandes, realmente fazem a diferença. Nos salvam, nos acolhem, nos relembram.</p><p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez escrevo pra não esquecer que o sol sempre volta. E que por mais vazio, escuro ou gelado que esteja, algo inesperado pode vir e nos fazer vivos de novo. Basta continuar.</p><figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-25278" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day-1024x768.jpg 1024w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day-300x225.jpg 300w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day-768x576.jpg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day-1536x1152.jpg 1536w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2023/03/liverpool-sunny-day.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>]]></content:encoded>
					
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		<title>Saudade e adaptação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 13:59:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[As horas pareciam mais lentas quando ela se viu sozinha em um lugar estranho. Longe de casa, longe de tudo que conhecia, ela sentia a saudade apertar em seu peito como uma corrente de ferro, uma dor que nunca cessava. Os dias se arrastavam, e ela se pegava perdida em pensamentos, lembranças da vida que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As horas pareciam mais lentas quando ela se viu sozinha em um lugar estranho. Longe de casa, longe de tudo que conhecia, ela sentia a saudade apertar em seu peito como uma corrente de ferro, uma dor que nunca cessava. Os dias se arrastavam, e ela se pegava perdida em pensamentos, lembranças da vida que deixara para trás.</p><p class="wp-block-paragraph">Mas a vida não esperava por ela, e as obrigações batiam à porta todos os dias, forçando-a a sair do abraço frio da saudade e encarar o mundo lá fora. E assim, ela descobriu que a adaptação era uma arte, um processo doloroso, mas necessário.</p><p class="wp-block-paragraph">A cada dia, ela mergulhava mais fundo em sua nova realidade, buscando conexões e descobrindo lugares desconhecidos. A saudade ainda estava lá, mas ela aprendeu a conviver com ela, a transformá-la em um sentimento mais suave, um fio de nostalgia que a acompanhava em suas aventuras.</p><p class="wp-block-paragraph">E assim, ela cresceu, floresceu em um lugar distante, cultivando um amor por si mesma que nunca imaginara ser possível. Ela descobriu que a vida não era fácil, mas que a beleza estava justamente na luta diária, na superação dos obstáculos.</p><p class="wp-block-paragraph">E, por fim, ela percebeu que nunca realmente deixou sua casa para trás, pois ela a carregava dentro de si, em cada memória, em cada sentimento. E assim, ela sorriu, sabendo que havia conquistado o desafio de viver longe de casa, e que a saudade, agora, era apenas um lembrete do que havia deixado para trás.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Aproveitar os picos e respirar fundo nas ladeiras.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 16:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Aproveitar os picos e respirar fundo nas ladeiras. ps: a foto de destaque é do meu primeiro acampamento aqui&#8230; Finalmente aconteceu! Amo acampar mas tava enrolando pra  fazer aqui&#8230; Acampamos em uma fazenda na Mortimer Forest &#8211; e foi muito bom! Apesar de ter sido bem diferente do que acampar no Brasil. Senti falta do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Aproveitar os picos e respirar fundo nas ladeiras.</p></blockquote>
<p>ps: a foto de destaque é do meu primeiro acampamento aqui&#8230; Finalmente aconteceu! Amo acampar mas tava enrolando pra  fazer aqui&#8230; Acampamos em <a href="http://monstayfarm.co.uk/"><strong>uma fazenda</strong></a> na Mortimer Forest &#8211; e foi muito bom! Apesar de ter sido bem diferente do que acampar no Brasil. Senti falta do espaço entre as pessoas e da privacidade, também da fogueira, porque tivemos o azar de pegar um dia de muito calor que tinha risco de incêndio. Mas no geral foi bom, me lembrou que eu realmente gosto de acampar. Nada como estar em contato com a natureza, parece como uma boa longa noite de sono, que você sempre volta renovado.</p>
<p><a href="https://amandatelo.com/sem-categoria/23872/attachment/1-mortimer-forest/" rel="attachment wp-att-23879"><img decoding="async" class="size-large wp-image-23879 aligncenter" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-576x1024.jpeg 576w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-600x1067.jpeg 600w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-169x300.jpeg 169w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-768x1365.jpeg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest-864x1536.jpeg 864w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/1-mortimer-forest.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a> <a href="https://amandatelo.com/sem-categoria/23872/attachment/acamp-uk/" rel="attachment wp-att-23880"><img decoding="async" class="size-large wp-image-23880 aligncenter" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk-768x1024.jpeg" alt="" width="768" height="1024" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk-768x1024.jpeg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk-600x800.jpeg 600w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk-225x300.jpeg 225w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk-1152x1536.jpeg 1152w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/acamp-uk.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a> <a href="https://amandatelo.com/sem-categoria/23872/attachment/mortimer_forest/" rel="attachment wp-att-23881"><img decoding="async" class="size-large wp-image-23881 aligncenter" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-1024x768.jpeg 1024w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-600x450.jpeg 600w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-300x225.jpeg 300w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-768x576.jpeg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest-1536x1152.jpeg 1536w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer_forest.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a> <a href="https://amandatelo.com/sem-categoria/23872/attachment/mortimer-camping/" rel="attachment wp-att-23882"><img decoding="async" class="size-large wp-image-23882 aligncenter" src="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-1024x768.jpeg" alt="" width="800" height="600" srcset="https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-1024x768.jpeg 1024w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-600x450.jpeg 600w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-300x225.jpeg 300w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-768x576.jpeg 768w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping-1536x1152.jpeg 1536w, https://amandatelo.com/wp-content/uploads/2022/08/mortimer-camping.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
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		<title>Ela.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2022 11:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao tentar encontrar a forma certa de falar, eu me calo. Ao tentar só criar algo bom, eu abaixo a minha caneta. Um dia eu ouvi que não tinha idade o suficiente para falar. E eu acreditei. Também acreditei quando eles falaram que eu devia estudar mais para ter direito a uma opinião. E eu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="338a" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Ao tentar encontrar a forma certa de falar, eu me calo. Ao tentar só criar algo bom, eu abaixo a minha caneta.</p>
<p id="7613" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Um dia eu ouvi que não tinha idade o suficiente para falar. E eu acreditei. Também acreditei quando eles falaram que eu devia estudar mais para ter direito a uma opinião.</p>
<p id="4c7f" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">E eu estudei. Mas nunca era o suficiente. E aprendi a caminhar calada, de cabeça abaixada. Até que torpecei na versão de mim mesma que transbordava vida.</p>
<p id="6bb9" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Ela pediu desculpas e estendeu uma mão para me ajudar a levantar do chão. Se ofereceu para caminhar comigo e de tão curiosa para saber mais sobre ela, aceitei.</p>
<p id="4740" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Enquanto caminhávamos ela me contava da vida que ela levava. Era livre e corajosa e por mais que o mundo também repetia para ela as mesmas coisas que disse para mim, nessa outra versão de mim ela era nela que ela acreditava.</p>
<p id="da1b" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">E ao acreditar ela se abria, estudava, falava, fazia e era. O que queria e gostava. E fazia por ela. Apenas para ser.</p>
<p id="41df" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Confesso que ao ouvi-lá não me reconheci, por mais que conversar com ela fosse como conversar com meu reflexo no espelho.</p>
<p id="2392" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">E enquanto pensava sobre isso, a imagem a minha frente se inverteu e eu percebi. Ela sempre foi eu. E agora quando eu me olho no espelho eu me lembro que também sou ela.</p>
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<div class="ne nf pl"><img decoding="async" class="cf pu pv" role="presentation" src="https://miro.medium.com/max/1400/1*edg41TCTjUnjyFxGsCENjw.png" alt="" width="700" height="394" /></div>
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		<title>Seria?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2022 10:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Às vezes penso que a vida seria melhor sem ela, mais fácil. Se ela aqui eu poderia me calar, deixar o acaso decidir por mim, ou só seguir o manual que ela insiste em jogar pela janela toda vez que ela chega em casa. Aqui a presença dela é como uma inquietação constante, mas também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="efa6" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Às vezes penso que a vida seria melhor sem ela, mais fácil. Se ela aqui eu poderia me calar, deixar o acaso decidir por mim, ou só seguir o manual que ela insiste em jogar pela janela toda vez que ela chega em casa.</p>
<p id="59dd" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Aqui a presença dela é como uma inquietação constante, mas também um lembrete do vazio que fica quando ela decidi sair para caminhar.</p>
<p id="1e96" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">..</p>
<p id="36dc" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Um dia ela decidiu sair e não voltar. Batendo a porta ao sair. E eu me senti aliviada. E o alivio começou a crescer. Era como se todo o peso do meu corpo fosse se dissolvendo até não ter mais massa e então eu comecei a flutuar. E flutuei por dias, semanas, até a noção de tempo e espaço se perder, junto com tudo que um dia eu achei que era eu.</p>
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<p id="65a7" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Então eu me lembro. Por um instante. Mas é o suficiente para a chamar. E eu chamo seu nome. Sem grandes esperanças que ela iria ouvir, ou muito menos vir me resgatar.</p>
<p id="c03c" class="pw-post-body-paragraph pw px op py b pz qa fo qb qc qd fs qe qf qg qh qi qj qk ql qm qn qo qp qq qr js dq" data-selectable-paragraph="">Mas ela, que saiu batendo a porta sem data para voltar, me encontrou e me levou para casa. E eu me lembro dos seus olhos brilhantes me confortando enquanto sua mão me guiava de volta para casa.. De volta a existência, de volta ao lar.</p>
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