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	<title>Ideias &#8211; Alot</title>
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	<title>Ideias &#8211; Alot</title>
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		<title>O futuro é fluido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Oliveira-Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2019 21:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>
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					<description><![CDATA[Escute esse post ﻿﻿﻿﻿ Olá, meu nome é Amanda e eu gosto de tudo. Acho que isso se desenvolveu quando eu decidi blogar lá em 2010, naquela época como um hobbie mesmo. Aí eu tinha que fazer tudo, montava o site, escrevia, tirava foto, depois inventei de fazer vídeos, daí roteirizava, filmava, editava, publicava. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Escute esse post <iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/605611110&amp;color=%23ff5500&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;show_teaser=true&amp;visual=true" width="100%" height="100" frameborder="no" scrolling="no"><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span><span style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" data-mce-type="bookmark" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>Olá, meu nome é Amanda e eu gosto de tudo. Acho que isso se desenvolveu quando eu decidi blogar lá em 2010, naquela época como um hobbie mesmo. Aí eu tinha que fazer tudo, montava o site, escrevia, tirava foto, depois inventei de fazer vídeos, daí roteirizava, filmava, editava, publicava.</p>
<p>O tempo foi passando e na faculdade, que é um lugar que geralmente te dá um caminho exato pra seguir na vida, eu escolhi <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1543KFsAyQ0" target="_blank" rel="noopener noreferrer">comunicação e multimeios</a>. O que isso significava? Que o meu curso funcionava na mesma lógica do blogar, um pouco de cada coisa.</p>
<p>O que parecia ótimo, eu amava todas as matérias. E foi sensacional até eu entrar no mercado e parar de ser. Eu comecei a estagiar como social media, daí fui pra design, passei pra vídeos e me sentia estranha, afinal, que merda de habilidades soltas eu tinha desenvolvido?</p>
<p>Eu tinha entendido que amava estudar tudo aquilo, amava me dedicar de corpo e alma pra várias daquelas coisas, mas eu sempre soube que não queria fazer aquilo pra sempre. Mas como eu poderia evoluir, subir de cargo e afins pensando assim? Parece que não tinha espaço pra esse perfil no mercado de trabalho.</p>
<p>E assim eu segui, crise atrás de crise, pedido de demissão atrás de pedido de demissão. Quando eu começava uma atividade me dedicava de verdade, era empolgante e eu me sobressaia, mas daí quando eu finalmente sentia que os desafios acabavam ou algo novo aparecia, mudava.</p>
<h2></h2>
<h2>E continuava mudando sem nunca me sentir em casa.</h2>
<p>Em 2018 eu testei uma nova função, saí da criação e fui para análise e planejamento. Com isso finalmente algumas coisas começaram a se encaixar na minha cabeça. Lá eu conseguia usar o conhecimento de várias áreas para entender o porquê de certas coisas funcionarem ou não, e pela primeira vez eu vi na prática como toda a comunicação é integrada. Mas ainda assim faltava algo.</p>
<p>Lembra da blogueira que habita em mim? Ela ama aprender na prática e sentia que precisava continuar fazendo. Mas isso é arriscado no mercado de trabalho, porque acaba em acúmulo de funções e definitivamente não era isso que eu buscava.</p>
<p>Eu amava testar coisas, pensar, criar, traduzir, analisar e mudar. Eu queria fazer tudo, mas trabalhar com partes de tudo não era o que eu queria.</p>
<h2></h2>
<h2>Tá confuso pra vocês? Agora imagina pra mim.</h2>
<p>Então vamos a lista do que eu tinha entendido que não era pra mim:</p>
<p><span class="st" style="color: #00ff00;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span> Fazer a mesma coisa pra sempre;</p>
<p><span class="st" style="color: #00ff00;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2611.png" alt="☑" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span> Fazer só uma categoria de coisas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E o que era pra mim?</strong></p>
<p>Demorei pra entender, mas finalmente algumas peças se encaixaram. <b>Respira e vamos lá.</b></p>
<p><a href="http://amandatelo.com/blog/textos/voce-ja-sentiu-universo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eu e você somos seres fluídos</a>. Não é que eu não gostava de fazer determinada coisa, tanto que eu me empolgava e fazia. O que me incomodava era a sensação de que eu tinha me tornado só aquilo e a falta de compreensão da fluidez existente na vida.</p>
<p>Porque antes ou eu era a social media, ou eu era a videomaker, ou eu era a designer, ou eu era a analista ou eu não era nada. Se no meio da atividade eu decidia mudar para outra função que queria experimentar, o currículo mostrava que eu não tinha experiências naquilo.</p>
<p>O mercado ainda não absorveu o pensamento de que nenhum conhecimento é solto e todas as áreas se conectam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O todo é fluido, assim como eu e você</h2>
<p>Mas não aprendemos assim. Aprendemos a matemática em uma matéria separada da história, a física separada da sociologia, as artes separadas da química. Somos ensinados em departamentos, crescemos entendendo a vida como feita de instituições, educados a pensar tudo de forma linear. Como se cada uma dessas coisas tivesse nenhuma relação com a outra.</p>
<p>Mas a verdade é que somos seres fluídos e aquele formatinho de vida departamentada que vê partes como coisas desconectadas está se tornando obsoleto.</p>
<p>Poder se divorciar é uma conquista desse novo formato (amém feminismo), afinal, relacionamentos não precisam ser eternos. Tudo se transforma e a transformação não invalida o que foi vivido.  Por que na profissão deveria ser diferente?</p>
<p>Talvez você pense no argumento do “como eu vou ser boa se fico flutuando?”. Mas vamos voltar ali no começo do texto: quando você está na função, você se dedica, você se entrega, a crítica é sobre estar lá e esquecer que não existe uma divisão entre coisas, é sobre não olhar para o que você faz e entender que aquilo faz parte de um todo. A visão do todo é que te faz executar uma das partes de forma muito mais efetiva.</p>
<p>Eu aposto com você que todos os grandes nomes da história tinham uma visão do todo. A fluidez já existe, só precisamos democratizar essa visão.</p>
<p>É por isso que eu me incomodava. Eu ainda não entendia que todas as partes do que eu fazia se relacionavam e por isso era tão natural flutuar entre elas.</p>
<h2></h2>
<h2>Leonardo da Vinci já sabia, o pensamento fluído faz você inovar</h2>
<p>Quando a gente faz alguma atividade nova, todo o pensamento construído serve de base, fazendo você ver e expandir aquilo com uma visão muito particular.</p>
<p>O que define um profissional não é que ferramentas ele sabe administrar, é o pensamento. Isso diferencia homens de máquinas, homens de animais. E meus amigos, o pensamento é fluído.</p>
<p>To falando fluido, mas vamos ao significado:</p>
<ol>
<li>qualidade do que corre ou desliza facilmente;</li>
<li>estado do que se processa ao ritmo normal, sem paragens forçadas;</li>
<li>facilidade de expressão; espontaneidade;</li>
<li>ECONOMIA: característica de um mercado em que existe um elevado grau de adaptabilidade entre a oferta e a procura.</li>
</ol>
<h2></h2>
<h2><strong>Ser fluido é se adaptar, é ter espaço para inovações, é integrar</strong></h2>
<p>No consumo já vemos esse pensamento na prática. Estamos vivendo uma onda interessante de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UMZbuDHPdxY" target="_blank" rel="noopener noreferrer">slow fashion</a>, onde o consumidor agora se preocupa em como aquela peça foi feita e como aquela peça será descartada.</p>
<p>Sabemos que o produto que temos em mãos passou por muita coisa e depois de sair das nossas mãos também passará por inúmeras outras. Analise o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=uhvmqqjKuRg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">veganismo</a> ou o caso dos <a href="https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2018/07/por-que-o-canudo-de-plastico-virou-o-inimigo-numero-1-do-meio-ambiente.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">canudinhos</a>. Você não separa produtor, produto e consumidor. Tudo é organismo, tudo é integrado. Outro termo para anotar é: empatia. Essa integração pede uma visão empática, mas isso vale assunto pra outro texto.</p>
<p>Nos relacionamentos também vemos isso. Quando <a href="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/3-reflexoes-para-entender-o-pensamento-de-zygmunt-bauman.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bauman</a> fala de <a href="http://amandatelo.com/blog/cinema/newness-e-a-superficialidade-das-relacoes-modernas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relações líquidas</a> ele também se refere a essa fluidez.</p>
<p>Outro exemplo dessa forma de pensamento é o <a href="https://henriquebastos.net/wttd/3-licoes-que-aprendi-com-alan-kay/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Alan Kay</a>. Eu amo a história dele porque ele se formou em matemática, em biologia e até foi guitarrista profissional. Graças a tudo isso ele inovou conseguindo olhar para a informática e entender que o computador ideal deveria funcionar como um organismo vivo.</p>
<p>Isso significaria que cada “célula” iria se relacionando com outras, para alcançar um só objetivo, mas fazendo isso de forma autônoma. Além disso elas poderiam também se reagrupar para resolver outro problema ou desempenhar outras funções.</p>
<p>Sim! O corpo humano funciona assim, o computador funciona assim, a produção funciona assim e o nosso pensamento funciona assim. Alan Kay sacou que o melhor funcionamento é o pensamento integrado. Caminhamos para uma sociedade que vai sacar isso também.</p>
<p>Tudo se liga, se relaciona, se agrupa e não se limita. Tudo é fluído. Então quando eu, você ou qualquer pessoa olhamos o todo como se fossem partes separadas, nos limitamos e limitamos a evolução. Você só pode ser fluído quando você entende que tudo é integrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>O futuro é fluído.</b></p>
<p>Indicação de leitura: <a href="https://amzn.to/2IinPlm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Vai Lá e Faz</a>, um livro que fala muito sobre perspectivas futuras na comunicação. <a href="https://amzn.to/2IBvavo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Mindset</a>, pra entender e aprender a pensar diferente.</p>
<p>Me acompanhe das redes sociais: <a href="https://www.instagram.com/amandaltelo"> Instagram</a> <span style="color: #ff00ff;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><a href="https://www.facebook.com/Inquietablog/"> Facebook</a><span style="color: #ff00ff;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><a href="https://www.youtube.com/channel/UCOjKkvV74N4eDdd65Njp25A?view_as=subscriber"> Youtube</a></p>
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		<title>O minimalismo e que você escolhe levar nas suas costas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Oliveira-Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 00:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Diários]]></category>
		<category><![CDATA[Ideias]]></category>
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					<description><![CDATA[Ando pensando muito sobre o peso que as coisas exercem na nossa existência e isso me fez lembrar do minimalismo. Não sei se você já ouviu falar sobre minimalismo, mas imagino que sim. Ele é uma tendência que vem em alta contrastando diretamente com o consumismo exacerbado. O minimalismo vai além do só vestir preto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ando pensando muito sobre o peso que as coisas exercem na nossa existência e isso me fez lembrar do minimalismo. Não sei se você já ouviu falar sobre minimalismo, mas imagino que sim. Ele é uma tendência que vem em alta contrastando diretamente com o consumismo exacerbado.</p>
<p>O minimalismo vai além do só vestir preto e branco, ele como filosofia de vida traz muitas reflexões. A palavra minimalismo nasceu no século XIX e dizia respeito a tendências artísticas e científicas que usavam o mínimo essencial como forma de expressão. Isso, mínimo essencial, sem firulas, extras, ou afins, só o suficiente para ser entendido e dado o significado.</p>
<p>Sendo assim, falar sobre minimalismo é falar sobre levar uma vida de poucas, mas úteis, coisas. É lembrar do livro de <a href="https://www.skoob.com.br/a-magica-da-arrumacao-445339ed504598.html"><span style="color: #ff00ff;">Marie Kondo</span></a> e reparar profundamente em cada coisa ao seu redor.</p>
<p>Eu to vivendo apenas com uma mochila que não pesa mais de 10kg. Lembro que quando considerei a ideia pela primeira vez eu tive medo. Sempre fui desapegada com algumas coisas, fazia constantes limpezas no guarda-roupa, na estante de livros, mas escolher poucas peça e viver meses só com elas me pareciam um desafio e tanto. Afinal, como saber o que é essencial?</p>
<p>Essencial vai além da definição da palavra, que seria fundamental, básico, primordial. Não é apenas ter uma roupa pra vestir e outra pra lavar, ingerir nutrientes só por necessidade do corpo, isso seria o essencial pra sobreviver, algo que vemos no livro <span style="color: #ff00ff;">&#8220;<a style="color: #ff00ff;" href="http://amandatelo.com/blog/viagem/na-natureza-selvagem/">Na Natureza Selvagem</a>&#8220;</span>. Mas não era isso que eu procurava, o meu essencial para viver era bem mais complexo.</p>
<p>Basicamente eu precisava saber profundamente o que preciso pra ser feliz, ou seja, as roupas que me fazem sentir bem, os objetos que eu valorizo na vida, as experiências que valem o investimento, tudo o que mais soma do que pesa ao ser levado nas costas, dentro de uma mochila.</p>
<p>Então eu fiz, arrumei e botei em prática tudo que achava que sabia de mim e do que me importava. Antes desse momento eu vivia sobrecarregando minhas costas com outras coisas, coisas que me impediam drasticamente de caminhar. A <a href="http://amandatelo.com/blog/textos/nao-faca-parcelamentos/"><span style="color: #ff00ff;">parcela que me impedia de abandonar o emprego</span></a> que eu não gostava mais, as roupas desconfortáveis que eu usava porque já tinha comprado mesmo, a compra do novo celular que me impedia de fazer aquela viagem.</p>
<p>E sabe o que me dói? Ver isso sendo tão comum, ver que é uma escolha que muitos fazem sem pensar sobre, afinal, aquela parece a realidade mais plausível. Não que eu seja a senhora razão, mas quando a gente para pra reparar fica estampado como as pessoas cada vez mais escolhem ter em vez de ser.</p>
<p>Quando eu fiz a mochila, percebi que quanto mais coisas temos, mais elas nos travam. Percebi que a gente tem que escolher atentamente cada um dos itens que levaremos nas costas, porque durante a caminhada eles farão toda a diferença.</p>
<p><strong>E você, já parou para reparar nos itens que você escolheu levar na sua mochila?</strong></p>
<p>Me acompanhe das redes sociais: <a href="https://www.instagram.com/_alotelo/"> Instagram</a><span style="color: #ff00ff;"> <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><a href="https://www.facebook.com/Inquietablog/"> Facebook</a> <span style="color: #ff00ff;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><a href="https://www.youtube.com/channel/UCOjKkvV74N4eDdd65Njp25A?view_as=subscriber"> Youtube</a> <span style="color: #ff00ff;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span><a href="https://twitter.com/_alotelo"> Twitter</a></p>
<p>Beijos,</p>
<p><a href="http://amandatelo.com/blog/maringa/cantina-villa-italia-maringa/attachment/assinatura-2-300x76-2/"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-4173" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2017/08/assinatura-2-300x76-1-300x76.png" alt="" width="300" height="76" /></a><br />
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